1. #NowPlaying Tintagel de Arnold Bax

  2. Agora estamos em https://medium.com/trilhas-no-universo ou http://trilhas.diogenesjunior.com.br

  3. Os Quatro Dois simbolizam os poderes do Rei e da Rainha: primeiramente eles unem e deflagram a Força, embora na presena do Príncipe e da Princesa entrem plenamente em ação. Portanto, eles geralmente implicam o ínicio e a fertilização de alguma coisa.

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    Dois de Paus, Senhor do Domínio (Marte em Áries): a impetuosa força masculina está em seu próprio elemento, por assim dizer, e num estado de completa harmonia. O belicoso planeta Marte refe o ardente signo de Áries, uma tremenda força. Está poderosa carta num elemento de força e estabilidade. Um Homem inspecionando seus domínios: o mundo.

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    Dois de Copas, Senhor do Amor (Vênus em Câncer). Câncer é um signo aquoso, de modo que Copas aplica-se a ele. Esta é uma carta de sentimento e romance (especialmente em relação às coisas materiais), que tem uma capacidade potencial para a energia. O significado divinatório relacionado com o amor, casamento e toda espécie de parceria.

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    Dois de Espadas, Senhor da Paz Restaurada (Lua em Libra). Embora as Espadas sejam geralmente negativas e destrutivas, o efeito equilibrador de Chokmah faz desta uma carta positiva. As espadas, que de outra forma poderiam estar se opondo uma à outra, sustentam juntas uma flor, indicação de trégua, talvez seja momentanea, mas pelo menos necessária.

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    Dois de Pentagramas, Senhor da Mudança Harmoniosa (Júpiter em Capricórnio). Júpiter, um planeta muito benevolente na astrologia tradicional, não está bem posicionado no Signo de Capricórnio, de modo que sua influência positiva só pode ser exercida na qualidade de organizador. Ele assegura a harmonia de uma interação de dualidades inerente à energia Chokmah quando ela é aplicada à Terra (energias em alternação, conviver com a dualidade).

  4.  Ases, representando o Espírito em ação, unindo os quatro níveis de cada elemento e respondendo ao Domínio das Letras do Nome da Kether de cada um. Eles representam a Força Radical. Diz-se que os Quatro Ases estão situados no Pólo Norte do Universo, onde giram, governando sua rotação e servindo como um elo entre Yetzirah e o Plano Material do Universo.

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    Ás de Paus: a origem dos poderes do Fogo. essa carta representa o fluxo primário de energia do universo.

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    O Ás de Copas, a Origem dos Poderes da Água: a influência sobre o nível mental, uma força maternal que tudo abrange, simbolizada pela água que derrama-se dinamicamente a partir de uma taça mas torna-se calma e estável na parte inferior.

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    O Ás de Espadas, a origem dos poderes do Ar: a influência no Mundo Astral, o mundo das formas fugazes. Esta é uma poderosa carta que pode ser extramente boa ou extramamente má. Ao contrário do Ás de Paus, que simboliza uma força natural, esta carta representa uma forã que é invocada. Trata-se de uma força à qual apelamos.

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    O Ás de Pentagramas, a origem dos poderes da Terra: a influência no Mundo da Matéria, é uma carta da materialidade que, tal como o Ás de Espadas, pode ser boa ou má. Ela não é necessariamente a carta da riqueza. A moeda é na verdade um Pentagrama - símbolo mágico da Terra - seguro acima de um jardim de lírios floridos. A mão flutua no ar, sugerindo ser algo que permite a fruição da matéria e não a matéria propriamente dita.

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    No topo de uma montanha coberta de neve, em solitário esplendor, um eremita usando um manto e um capuz está em pé segurando a lamparina do espírito e apoiando-se no cajado da intuição. Ele veste o manto da discrição, e mostra reservadamente o caminho àqueles que ousam seguí-lo. Ele trilha o caminho do vôo do solitário para o solitário, mas do seu experiente exemplo dependem inúmeros aspirantes à iniciação nos mistérios do espírito. Ele não é mais um homem do mundo, porém não está ainda junto dos deuses. Assim, a sua solidão é inacreditavelmente grande, e extremamente gloriosa.

    SIGNIFICADO DIVINATÓRIO

    Informação. Conhecimento. Solicitude. Prudência. Discrição. Cautela. Vigilância. Espírito de sacrifício. Retraimento. Recuo. Deserção. Anulamento. Falta de sinceridade. Ausência de expressão. Um solitário ou uma pessoa incapaz de partilhar com outras pessoas. Enganoso. Tendência para esconder emoções. Medo de ser descoberto. Tendência para delongar-se complacentemente dentro dessa riqueza de conhecimento, como se ela fosse algo de muito valor, sem conseguir utilizar as informações para atingir um objetivo ou uma aplicação.

    SIGNIFICADO CABALÍSTICO

    • Vigésimo     Caminho: De Tiphareth a Chesed
    • O Caminho de Yod - O Eremita    
    • A Nona Carta
    • Cor do Caminho - Verde-amarelado    
    • Som relacionado - Fá Natural    
    • Signo - Virgem (Terra Mutável)    
    • Significado - Mão
    • Letra Simples - Amor sexual
    • Título Esotérico - O Profeta do Eterno,     o Mago da Voz do Poder.
    • Letra Hebraica: YOD

    O Vigésimo Caminho é a Inteligência da Vontade, assim chamado porque constitui os meios de preparação de todas as coisas criadas, sendo por meio dessa inteligência que a Sabedoria Primordial se torna conhecida.

    O Caminho de Yod liga Tiphareth (o núcleo Cristo-Buda) a Chesed (o Arquiteto da Manifestação). Em suma, ele representa o começo independente da manifestação. Ele é o próprio ponto de origem de nosso Universo manifesto, em contato direto com a Fonte Divina de Todas as Coisas. É o Caminho através do qual o Demiurgo escapa da escuridão. É a chegada da Luz da manifestação através de Microprosopus.

    Como quer que O EREMITA possa ser descrito, trata-se fundamentalmente de uma carta de união. Ela representa o primeiro ponto de consciência, por parte do Eu Superior, a respeito do Supremo Eu Espiritual, explicável apenas através da mais erótica das imagens. Esta idéia é apoiada pelo Sepher Yetzirah, o qual atribui o amor sexual à letra simples Yod. Todavia, esta não é a sexualidade da cópula, pois a carta é a essência do isolamento e da singularidade. A “sexualidade"é auto-suficiente e independente, uma qualidade descrita cripticamente nos documentos da Aurora Dourada como "Prudência”.

    Idéia Fundamental

    Do amor humano, sacrificado sobre o altar da beleza, prosseguimos para o amor divino que tudo sustenta, suportando assim a solidão daquele que sacrificou tudo o que era, sem ter ainda se transformado no que será.

    Lema: “ Mantém-se só e isolado, porque nada que está materializado, nada que tem consciência da separação, nada que não seja eterno, pode vir em teu auxílio.” Luz no Caminho, Cap. I - Mabel Collins

  6. O Zodíaco, um disco achatado (360º) é dividido em 36 seções de 10º cada. Assim, cada uma das doze casas do Zodíaco, tem três Decanatos e cada Decanato é uma carta menor do Tarô. Essas mesmas divisões são dias do ano, de modo que se pode atribuir a cada indivíduo uma carta menor com base na data de seu nascimento.


    O principal simbolismo do Zodíaco são as Casas e os Planetas. As Casas são simplesmente divisões de 30º do Zodíaco, cada uma das quais tem um dos doze signos naturalmente ligado a ela. Áries na primeira Casa, Touro na segunda, Gêmeos na terceira, etc. Assim, cada signo tem três Decanatos, cada um governado por um planeta diferente.

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    As Cartas Menores tem dois conjuntos intercambiáveis de simbolismos. Elas representam os Planetas nos signos do Zodíaco e aspectos de cada umas Sephitoth nos Quatro Mundos.
    A cada Decanato e Carta Menos é atribuído um par de Anjos, um dos quais reina sobre o dia e o outro sobre a noite. Assim, cada carta representa uma dualidade.

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    Exemplo, minha data de Aniversario é 24 de Julho (Leão do primeiro decanato) logo a carta do Tarô entre os arcanos menores que me representa é o CINCO DE PAUS:

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    PAUS: intelectualidade, dominação, idéias, espiritualidade, criatividade, poder, reflexão,      racionalismo, controle.  


    Outro exemplo,

    Se seu aniversário é 16 de Março (terceiro decanato de Peixes), a carta que te representa é DEZ DE COPAS:

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    COPAS: sentimentalismo, paixões, amor, ensino, passividade, receptividade, sensibilidade, fragilidade, expectativa, rancor.

    Se seu aniversário for em 18 de abril (terceiro decanato de Aries) a carta que te representa é: QUATRO DE PAUS:

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    PAUS: intelectualidade, dominação, idéias, espiritualidade, criatividade, poder, reflexão,      racionalismo, controle.


    Cartas Reais:

    Na adivinhação as Cartas Reais (Reis, Rainhas, Príncipes e Princesas) são as escolhas dos homens, os Trunfos são as escolhas dos Deus (embora num nível mais complexo, estas escolhas são também nossas) e as cartas pequenas são as forças postas em jogo. Obviamente, qualquer carta do baralho pode ser uma clara referência a um indivíduo.
    Tal como as Cartas Menores, as Cartas Reais também podem estar relacionadas com o Zodíaco. Os Reis, Rainhas e Príncipes ficam atrás dos Decanatos, enquanto as princesas, ao que se diz, “fazem a ligação entre os Signos”. Embora as Cartas Reais e as que vão do Az do Dez possam ser colocadas num diagrama composto, esse arranjo é uma tentativa simplista de apresentar relacionamentos que são na verdade tridimensionais e dizem respeito à Terra e aos seus dois pólos magnéticos.

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    Usando os mesmos exemplo, então no meu aniversário dia  24 de Julho (Leão do primeiro decanato): Príncipe de Paus com Cinco de Paus

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    Se seu aniversário é 16 de Março (terceiro decanato de Peixes): Rainha de Paus com Dez de Copas

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    Se seu aniversário for em 18 de abril (terceiro decanato de Aries): Rainha de Paus com Quatro de Paus:

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  7. A Árvore da Vida pretende simbolizar todo o Universo, uma proposição de implicações tão vastas que muitos poderão duvidar da possibilidade de existir um símbolo assim. Trata-se de um diagrama ilusoriamente simples constituído por dez esferas chamadas Sephiroth e por 22 linhas de ligação chamadas Caminhos. As Sephiroth e os Caminhos são chamados coletivamente de Trinta e Dois Caminhos de Sabedoria

    1 - Kether, A Coroa
    2 - Cholmah, Sabedoria
    3 - Binah, Compreensão (entendimento)
    4 - Chesed, Misericórdia
    5 - Geburah, Severidade
    6 - Tiphareth, Beleza
    7 - Netzach, Vitória
    8 - Hod, Esplendor
    9 - Yesod, Alicerce
    10 - Malkuth, Reino

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    A ideia de que cada parte do corpo humano tem algum equivalente divino talvez seja compreendida mais facilmente por um oriental que por um ocidental. O iogue não tem dificuldade para lidar com o conceito de centros de atividade espiritual no corpo físico. O Plexo Solar, como o nome diz, é o centro solar no homem, um elo entre o indivíduo e os poderes solares do universo. O centro físico pode ser debilitado, a consciência transferida para ele, e o indivíduo posto em contato com a energia pura que, no sistema cabalístico, é chamada Tiphareth.
    Uma importante parte do trabalho prático com a Cabala Hermética envolve o exercício do Pilar Médio, no qual as energias das Sephiroth são intencionalmente invocadas e se acumulam dentro do  indivíduo. Nesse exercício, as Sephiroth são invertidas, isso é, Chesed fica no lado esquerdo e Geburah no direito, visto que elas são consideradas subjetivamente a partir de dentro do corpo, em vez de serem vistas a partir de fora.

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    Embora “percorrer os Caminhos”, principalmente com o uso das cartas do Tarô, seja uma atividade ligada a um alto grau de mistério e romance, as experiências são muito práticas. Para que possam ter alguma utilidade, as lições interiores devem ser aplicadas à nossa vida cotidiana.

    Todo processo de desenvolvimento espiritual implica a necessidade de equilibrar as partes que compõem a personalidade, de modo que ela possa atual em cooperação consciente com o Eu Superior. Todavia, quando este processo é descrito pelas Escolas Ocultistas em termos dos quatro elementos - Fogo, Água, Ar e Terra - ele pode parecer algo remoto e misterioso. Mas não é. Nós nos desenvolvemos aprendendo a ter um perfeito domínio sobre nós mesmos no ambiente em que vivemos, de modo a não ficarmos mais à sua mercê. Esta é uma missão suicida espiritual para a personalidade e para todo o conceito de Eu tal como ele existe numa encarnação. Trata-se de um processo natural para todas as pessoas mas que pode ser acelerado quando dirigimos nossa atenção para ele.

    A Árvore da Vida impõe um padrão definidor sobre os atributos da personalidade e o trabalho de desenvolvimento pessoal em curso. Assim, a pessoa sente afinidade ou antagonismo em relação a determinadas cartas do Tarô, dependendo do quanto suas lições tenham sido aprendidas. Ao estudar e utilizar os Caminhos nós assumimos o controle sobre o nosso próprio processo de aprendizado e nos obrigamos a dirigir nossa atenção para muitos Caminhos importante que, de outra forma, poderíamos ter preferido evitar.
    O fato de a Cabala exigir que seja dada atenção a todas as partes de um determinado todo faz com que ela seja um sistema ideal para influir intencionalmente sobre o desenvolvimento espiritual. Ela demonstra que existimos dentro de um sistema racional e nos fornece indicações a respeito de onde viemos e para onde vamos. Não existe a vagueza dos outros sistemas. E, como as partes simbólicas do corpo humano estão relacionadas à Árvore, o mesmo acontece com diversos aspectos da Alma. Vamos ao aspecto mais inferior da manifestação até o mais elevado, o Yechidah de Kether, o Estado Original a que todos aspiramos.

    A Cabala descreve o universo como sendo dividido em quatro “Mundos” distintos, cada um dos quais representado por uma letra do Nome Divino ou Tetragrammaton. 


    Os Quatro Mundos


    O primeiro é Atziluth, o Mundo Arquetípico, o mundo do Espírito Puro que ativa todos os outros mundos que derivam dele. Aqui ficam os Deuses das Sephiroth e a letra Yod, o Fogo Fundamental. 


    O segundo mundo é Briah, o Mundo Criativo, o nível do intelecto puro, dos Arcanjos e de Heh, a Água Fundamental.


    O Terceiro é Yetzirah, chamado o Mundo Formativo porque aqui são encontrados os sutis e efêmeros padrões subjacentes à matéria. É a esfera dos anjos e do Ar Fundamental, simbolizado pela letra Vau.


    O Quarto é Assiah, o Mundo Ativo que contém tanto o mundo físico das sensações como as energias invisíveis da matéria. É a esfera de Querubim, do último Heh do Nome Divino e da Terra Fundamental.

    A distribuição em quatro Árvores é a melhor interpretação para o Tarô.
    Quatro séries, uma para cada mundo, são aceitas pela Cabala: o Rei, a Rainha, o Imperador e a Imperatriz.

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    Uma figura feminina, enfeitada com flores, e coroada com o símbolo do infinito, segura nas mãos a juba de um leão, cuja boca ela está para fechar ou para abrir. A mulher veste o branco da pureza e da pura força espiritual, ao passo que o leão é vermelho, o que indica paixão e energia emocional. O poder exercido pela mulher sobre o animal é evidentemente de caráter espiritual e não de força bruta, e o seu domínio sobre ele parece ser tranqüilo. A eternidade concede a ela uma força que não é deste mundo.

    SIGNIFICADO DIVINATÓRIO

    Força. Coragem. Força moral. Convicção. Energia. Determinação. Resolução. Resistência. Ação. Percepção das tentações e das capacidades físicas e mentais para superá-las. Confiança. habilidade inata. Zelo. Fervor. Força física. A matéria dominando a mente e, alternativamente, a mente dominando a matéria, dependendo das circunstâncias. Realização. À custa de consideráveis perigos, a pessoa consegue o que quer. Forças ocultas em atividade estão sendo desafiadas. Heroísmo. Força para resistir, a despeito de todos os obstáculos. Esforços incansáveis. Triunfo do amor sobre o ódio. Libertação.

    SIGNIFICADO CABALÍSTICO

    • Décimo Nono     Caminho - De Geburah a Chesed
    • O Caminho de Teth - A Força
    • A Oitava Carta
    • Cor do Caminho - Amarelo-esverdeado    
    • Som relacionado - Mí natural    
    • Signo - Leão (Fogo Fixo)
    • Significado - Cobra
    • Letra Simples - Sabor
    • Título Esotérico - A Filha da Espada     Flamejante
    • Letra hebraica - Teth

    O Décimo Nono Caminho é a Inteligência de todas as atividades e seres espirituais, sendo assim chamado por causa da abundância difundida por ele a partir da mais elevada bênção e da mais sublime glória.

    Para o Caminho d'A Força são atribuídos a letra hebraica Teth e o mais poderoso signo do Zodíaco, Leão. Teth segnifica cobra, e a permutabilidade entre o simbolismo do leão e da cobra é importante para o significado desta carta. Como os símbolos se alternam, nós compreendemos que as realidades que eles representam também podem ser permutadas. O Espírito Unitário assume qualquer forma que ele queira, o que é uma importante lição deste Caminho. A idéia é claramente expressa no Zohar: “Os três princípios elementares da natureza são o fogo, o ar e a água. na verdade, eles são uma só função e uma só substância, podendo se transformar um no outro. O mesmo acontece com o Pensamento, a Fala e o Logos: eles são todos uma única e a mesma coisa.”

    Idéia Fundamental

    O equilíbrio ou a ligação da misericórdia com a severidade dá-se quando a besta interior é domada e o seu poder se volta a serviço das finalidades do espírito.

    Lema: “Ó Leão, ó Serpente que destruís o destruidor, sede forte entre nós!” De uma Missa Gnóstica

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    Um guerreiro real, vestido em armadura, viaja num carro de guerra puxado por duas esfinges, uma clara e uma escura, que representam os opostos da existência manifestada. O bastão da vontade em suas mãos doma as bestas dos opostos. Um dossel de estrelas sobre a sua cabeça as as luas crescentes nos seus ombros, indicam que ele conhece a força das influências celestes e a utiliza. O carro conduzido por ele possui quatro cantos, indicando o quádruplo eu humano inferior; ao passo que atrás dele a silhueta de uma cidade cercada por muralhas mostra que ele deixou atrás o mundo da forma para poder conquistar as regiões inexploradas do poder divino sem forma. Um poder firme e irreversível emana desse Arcano, mostrando a alma que se concentra na conquista do reino celestial.

    SIGNIFICADO DIVINATÓRIO

    Esta carta sugere perturbações e adversidades, possivelmente já superadas. Influências conflitantes. Agitação. Vingança. Sucesso. Possível viagem ou jornada. Fuga. Fugindo da realidade. Precipitando-se na tomada de uma decisão. Cavalgando na crista da onda do sucesso ou da popularidade. Perplexidade. Necessidade de supervisão. É preciso ficar atento aos detalhes. Urgência na conquista do controle das próprias emoções. Esta carta sugere que é possível alcançar uma posição eminente quando as forças físicas e mentais são mantidas em equilíbrio e postas efetivamente em ação. Tendência para misturar o trabalho duro com épocas de produtiva solidão.

    SIGNIFICADO CABALÍSTICO

    • Décimo     Oitavo Caminho: De Geburah a Binah
    • O Caminho de Cheth - O Carro    
    • A Sétima Carta
    • Cor do Caminho - Vermelho-alaranjado    
    • Som relacionado - Dó Sustenido    
    • Signo - Câncer (Água Cardeal)    
    • Significado - Cerca, cercado    
    • Letra Simples - Fala
    • Título Esotérico - A Filha dos Poderes da Água; o Senhor do Triunfo da Luz
    • Letra Hebraica: CHETH

    O Décimo Oitavo Caminho é chamado de Casa da Influência (pela vastidão de cuja abundância é aumentado o influxo de coisas boas sobre as criaturas), e, no meio da investigação, os arcanos e sentidos ocultos que habitam em sua sombra e sobem até ele são arrancados da causa de todas as causas.

    O Caminho d"O CARRO vai de Geburah (Força) a Binah, a Grande Mãe na Árvore da Vida. É o mais elevado e, portanto, o mais profundo Caminho do Pilar da Severidade. É também a terceira iniciação da série O EREMITA, A FORÇA E O CARRO, significando que é uma experiência introdutória ao Eu Supremo Espiritual.

    Idéia Fundamental

    Esse caminho é extremamente poderoso, pois liga dois rigorosos princípios. A não ser que atenuemos as nossas experiências de poder implacável, enquanto o percorremos ficaremos tentados a nos tornar arrogantes com o poder e ficaremos propensos a empregá-lo incorretamente. É, portanto, importante nesse ponto que estejamos conscientes da necessidade de sermos altruístas, compassivos e completamente dedicados à Vontade Onipotente que se realiza em nós.

    Lema: “Tomai para vós toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia do mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.” Efésios, 6:13

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    As figuras nuas de um homem e de uma mulher encontram-se em campo aberto, enquanto um anjo flutua acima. O homem representa o Animus ( o componente masculino da alma), ao passo que a mulher representa a Anima ( o componente feminino) dentro de um indivíduo. Os dois devem se harmonizar e se unir de uma maneira adequada, e isso deve ser feito por meio da orientação angelical. Por trás da mulher, encontra-se a árvore do conhecimento do bem e do mal, que simboliza a natureza vivente( eros), ao paço que atrás do homem há uma árvore em chamas, símbolo da natureza intelectual-espiritual (logos). Uma alta montanha aparece em segundo plano, indicando ascensões mais elevadas que o par deverá empreender junto. O Sol do meio-dia da iluminação divina brilha ao alto, alentando tanto as naturezas humanas quanto as angelicais.

    SIGNIFICADO DIVINATÓRIO

    Amor. Beleza. Perfeição. harmonia. Unanimidade. Provações suacradas. Confiança. Fé. Honra. Começo de um possível romance. Paixão. Sentimento profundo. Tendência para o otimismo. Desatenção a possíveis conseqüências. A pessoa está se deixando conduzir. Liberdade de emoção. Necessidade de experimentar ou de se submeter a provas. Luta entre o amor sagrado e o amor profano. Submissão a uma prova ou exame. Ficar sob observação. Desejo ardente. Tentativa. Possíveis dificuldades. Uma pessoa profundamente envolvida nas emoções e problemas de um amigo ou de um parente. Um assunto de conseqüências significativas.

    SIGNIFICADO CABALÍSTICO

    • Décimo Sétimo Caminho: De Tiphareth a Binah
    • O Caminho de Zain - Os Amantes    
    • A Sexta Carta
    • Cor do Caminho - laranja
    • Som relacionado - Ré natural    
    • Signo - Gêmeos (Ar mutável)
    • Significado - Espada ou Armadura    
    • Letra Simples - Olfato
    • Título Esotérico - Os Filhos da Voz; O     Oráculo dos Deuses Poderosos
    • Letra Hebraica: ZAIN    

    O Décimo Sétimo Caminho é a Inteligência da Eliminação, que proporciona Fé aos Justos, que são revestidos por ele com o Espírito Santo. Este Caminho é considerado o Alicerce da Excelência na esfera das coisas superiores.

    O Caminho de Zain, entre Binah e Tiphareth, liga a consciência pura, da qual as formas emergiram, ao ponto central de toda manifestação, uma complexidade que pode apenas ser sugerida pela imagem de uma carta do Tarô. Talvez seja por isso que o desenho da carta tenha se modificado ao longo dos séculos. O Conceito original de O Amante é muito profundo, pois esta carta não representa o amor mundano entre duas pessoas. Ela na verdade representa as dualidades de um único indivíduo obstinadamente emprenhado na busca do Amor Divino. A observação de Crawley de que a carta deveria ser chamada “Os irmãos” é bastante apropriada. De fato, o verdadeiro significado da carta está contido no seu signo do Zodíaco, Gêmeos. As energias duais que o Amante se propõe a unir são iguais e opostas, ou seja: gêmeas. A união desses gêmeos é um grande passo à divindade na Árvore da Vida

    Ideia Fundamental

    De uma posição de iluminação equilibrada, a consciência agora se dirige ao estado restritivo e freqüentemente doloroso do entendimento profundo. Tal experiência pode ser melhor enfrentada se os opostos interiores da alma estiverem plenamente harmonizados e se a orientação permanente do Eu Superior ( o Sagrado Anjo da Guarda) estiver disponível.

    Lema: “Quando transformardes o masculino e o feminino em um só, de forma que o masculino não seja masculino e o feminino não seja feminino, … então entrareis no Reino dos Céus.” O Evangelho de Tomás; Legion, 22